Selma Uamusse

Há muitos mundos de Selma Uamusse, ela que acaba de editar Mati, o primeiro álbum a solo que é, sem medos, um mergulho no desconhecido. Documento de uma mulher em busca pela sua africanidade, Mati vive entre as machambas de Moçambique, os clubes nocturnos europeus e a energia do rock. Produzido pelas mãos de Jori Collignon (dos Skip & Die), Mati ouve-se como duas viagens simultâneas – uma geográfica, uma visita a Moçambique, onde a cantora se abastece de sons e partilha a sua identidade; e uma interior, num mapa espiritual que se vai descobrindo à medida que a música se infiltra em quem ouve. Em cada segundo, este aguardado disco de estreia de Selma produz um efeito hipnótico, entalando-nos entre passado e futuro, pertencendo ao ancestral e ao desbravador, criando uma música que não tem nome possível. Ou talvez tenha. Talvez se chame simplesmente Selma Uamusse.

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